domingo, 26 de outubro de 2008

5º Encontro - Gama, 24 de abril

Outras vozes...
Começamos relembrando as atividades de cada grupo. O grupo da socialização no matutino fez a dinâmica de pular o rio, cada um de meneira diferente do outro. Depois que todos pularam, o grupo chamou a atenção, pois, em nenhum momento foi dito que uns não poderiam ajudar os outros, mas ninguém atentou para isto. Esta atividade provocou uma reflexão sobre a necessidade de nos ajudarmos mutuamente, mas devido ao ritmo acelerado em que vivemos, muitas vezes não damos atenção à solidariedade. Em seguida, o grupo leu o texto "A ratoeira", exemplo de que os problemas que surgem são de todos. O grupo apresentou também o texto "Nóis mudemo" que gerou reflexão e debate sobre as variedades lingüísticas e o preconceito em sala de aula, o que pode desmotivar o aluno a prosseguir nos estudos. O grupo do vespertino trouxe um texto do Caderno Cidades do Correio Brasiliense - Histórias para refletir, de Francisco Eraldo que nos fez pensar sobre as decisões que tomamos, não importa o que aconteceu no passado e sim como construimos o futuro que queremos.
Cada grupo, depois de rever suas anotações e leituras, comentou com os demais os tópicos mais importantes do fascículo 5 e as conclusões a que chegaram. Entreguei o texto "Dez cisões para um ensino não, ou menos preconceituoso" de Marcos Bagno, depois da leitura e comentário deste texto, discutimos o que diz o PCN sobre o preconceito lingüístico e entreguei o texto "Implicações da questão da variação lingüística para a prática pedagógica" para leitura complementar.

Entreguei a resposta à pergunta: Quem fala mais correto: o sertanejo ou o médico da cidade? (atividade do 2º encontro) para que cada um pudesse rever o que escreveu e, depois de tudo o que já lemos e discutimos sobre norma padrão, variação e preconceito, refletir e registrar no caderno se mudou sua concepção ou não.

Concluí que é preciso discutir mais este assunto, principalmente sobre as conseqüências que a atitude do professor de Língua Portuguesa pode provocar, uma vez que o aluno tem no professor o seu referencial de uso correto da língua.

A tarefa pessoal é observar como o livro didático adotado na escola trata a norma padrão, a variação e o preconceito lingüístico, refletir e escrever sobre a variação e a norma: o que ensinar na escola?

O planejamento do encontro juntamente com o material entregue aos cursistas podem ser acessados na página do curso no Gama: http://alfalinguagama.googlepages.com/

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